5 FORMAS DE REDUZIR CUSTOS NA IMPORTAÇÃO

Atualizado: Mai 2

A importação é uma forma estratégica tanto para o fortalecimento de uma marca quanto para se atingir novos públicos. Porém, a receita prevista neste processo pode não ser obtida em decorrência de erros que acabam trazendo mais custos logísticos do que o necessário.


Para isso não ocorrer com você, separamos 5 maneiras de reduzir custos na importação. Confira!


  1. ATENTE-SE AOS CUSTOS DE ARMAZENAGEM

É preciso comparar o frete com os custos de armazenagem de onde realizará o desembaraço aduaneiro. Pesquise o modal mais viável no tipo de importação que deseja fazer. Isso porque, existem despachantes que cobram valores diferentes conforme o modo de embarque.


Considerando que a mercadoria pode ser retida por um período maior do que o previsto (direito de retenção), os custos de armazenagem também aumentam. A dica para não gerar mais burocracia na hora de importar é antecipar o pagamento da taxa da marinha mercante (AFRMM), um dos tributos exigidos para a liberação das mercadorias.


Vale também optar por zonas secundárias de armazenamento, assim espaços de armazenamento alternativos podem ser uma boa opção para não pagar taxas elevadíssimas de terminais portuários e aeroportuários.


2. PESQUISE A TAXA DO FRETE INTERNACIONAL


Outro fator importante é determinar um percentual de variação para a taxa de faturamento de despesas do frete internacional. A dica aqui é estudar as variantes no custo da importação, levando em conta os tributos da taxa de origem, de destino e a taxa de conversão entre a moeda estrangeira e a cotação da moeda brasileira. Para evitar mais custos logísticos, exija cotação com taxas detalhadas e não esqueça de negociar o free time de demurrage de acordo com o tempo de liberação da carga após a chegada no Porto.


3. SAIBA O STATUS DA SUA OPERAÇÃO


Assim como qualquer projeto de grande porte, tenha noção da etapa que sua operação está, considerando os imprevistos.


Esteja por dentro de todas as etapas durante sua importação, cobre follow-up, atue conforme os prazos estabelecidos inicialmente e seja transparente com o cliente atualizando a previsão de chegada da carga com o novo cenário. Essa pequena ação pode gerar novas demandas no futuro.


Para tanto, no desembaraço da mercadoria, alinhe com o despachante sobre o tempo que levará para o registro da DI (Declaração de Importação) e demais processos que podem ser acelerados para liberação dos importados. Outra dica também é evitar a demurrage ou a multa de sobrestadia na devolução do contêiner e isso só será feito com o devido controle da documentação, classificação da mercadoria e compliance previamente estipulados.


4. CONSOLIDAÇÃO DA CARGA DE ORIGEM


A consolidação de carga é um importante fator pois permite que o importador una a carga de dois ou mais fornecedores e a realização do pagamento de custos relativos a apenas uma importação.




Nesse caso, saiba qual está sendo a quantidade de mercadorias trazidas em relação ao valor unitário de cada mercadoria para ajustar o custo logístico nessa etapa. Os custos na origem derivam, em sua maioria, do carregamento, liberação de carga, emissão de documentos de embarque e os custos no destino com o descarregamento.


5. REVISE TODA A DOCUMENTAÇÃO PRÉ-EMBARQUE


Uma dica óbvia mas que traz sérios prejuízos na liberação da mercadoria. Para evitar isso, esteja atento a toda a documentação necessária antes do embarque. Saiba que certos produtos exigem uma licença de importação antes mesmo de saírem do Brasil.


6. DICA EXTRA!


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Artigo escrito por Renato Santos.


Renato é graduando em Relações Internacionais. Produtor de conteúdo na página ComexLand, com experiência de mercado na área de Comércio Exterior e importação.



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