BRICS EM CURITIBA 2019 | PRINCIPAIS ASSUNTOS ABORDADOS

O encontro.


Nessa semana (13,14,15 de março) o grupo econômico #BRICS, composto por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul, se encontra em Curitiba para discutir sobre cooperação e comércio entre esses países. A cidade foi escolhida por ser considerada um ícone de inovação e resgate da ética no país.


São esperados no encontro em #Curitiba o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo , os embaixadores Sergey Pogóssovitch Akopov (Rússia), Yang Wanming (China) e Ashok Das (Índia), entre outras cerca de 55 autoridades.


Essa reunião é o preparatório para a XI Cúpula que será realizada em novembro em Brasília, com os presidentes dos países-membros.


Alguns fatos:


  • O grupo não é considerado um bloco econômico, mas sim, uma aliança;

  • É uma aliança de países que se destacaram pelo crescimento rápido econômico;

  • Em Dezembro de 2010, a "Bric" convidou formalmente a África do Sul para se unir ao grupo. Por isso hoje, chamamos de BRICS;

  • Atualmente o Brasil é uma das economias que menos cresce entre os Brics (1,1%);

  • A Índia lidera o crescimento (6,7%);

  • O valor dos bens comprados por esses países somou US$ 73,8 bilhões em 2018, um aumento de 30% sobre os US$ 56,4 bilhões registrados em 2017;

  • O principal país que o Brasil tem relações comerciais China. Em seguida Índia, Rússia e por último África do Sul.


Principais assuntos abordados, segundo o #Itamaraty:



  • Potencial de cooperação em ciência, tecnologia e inovação (C,T&I) e energia;Economia digital;


  • Combate aos ilícitos transnacionais;


  • Financiamento para a atividade produtiva (aumento da produção de alimentos no Brasil.);


  • Proposta conjunta para criar o "Ano do Turismo", com benefícios na conectividade aérea e maior turismo entre os países envolvidos.


  • A crise na vizinha Venezuela pode se tornar um dos tópicos das conversas - Rússia discordou em reconhecer Juan Guaidó como autoproclamado presidente da Venezuela. Segundo a página Sputnik, na semana passada, o chanceler brasileiro Ernesto Araújo declarou que gostaria de "convencer" a Rússia e a China a reconhecerem Guaidó, deixando de apoiar o governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro.


Fonte: Itamaraty


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